Seleção 1001 Vertus
A tigela fumegante do final da noite, aquela que as nossas avós já preparavam: há hábitos que nunca saem de moda.
Se tivéssemos de ficar apenas com uma chá de ervas, muitos escolheriam a camomila. As suas pequenas flores brancas com o centro dourado são provavelmente as mais utilizadas em infusões em todo o mundo, e isso não é por acaso: um sabor suave e floral, sem cafeína, e aquele aroma a mel seco que enche a cozinha de perfume assim que a água quente entra em contacto com as flores. Na 1001 Vertus, oferecemos-lhe esta infusão em flores inteiras secas, em saquinho de 100g — a única forma séria de beber uma verdadeira infusão de camomila.
Matricaire ou romana: conhecer bem a camomila
Por trás do nome «camomila» escondem-se, na realidade, duas plantas aparentadas, que os erboristas nunca confundem.
A camomila-matricária, a clássica das infusões
Também conhecida como camomila alemã, a camomila (Matricaria chamomilla) é a que se encontra na grande maioria das chávenas. As suas flores brancas com o centro amarelo abaulado proporcionam uma infusão redonda, suavemente frutada, com um toque de amargor no final que lembra a maçã verde — os antigos gregos apelidavam-na, aliás, de «batata», melão khamaipor outro lado khamaimelon, aliás, os gregos chamavam-lhe «batata», melão khamai«Aliás, os gregos chamavam-lhe »batata”, melão khamainbsp;maçã do Solles — aliás, os gregos chamavam-lhe «batata», melão khamainbsp;aliás, os gregos chamavam-lhe «batata», melão khamai«...». É a camomila das noites tranquilas.
A camomila romana, a mais perfumada
La romana (Chamaemelum nobile), com flores duplas semelhantes às da margarida, apresenta um perfil mais intenso: um aroma herbáceo pronunciado e um amargor mais marcante. Os apreciadores de sabores fortes preferem-na, enquanto os paladares mais delicados por vezes consideram-na áspera. Em caso de dúvida, comece pela camomila — acabamos sempre por voltar a ela.
Por que é que a camomila é a infusão por excelência para o fim da tarde?
Desde o Antigo Egito até às erboristarias das nossas aldeias, a camomila acompanha o fim do dia — um papel que séculos de tradição lhe reservaram à medida. Não contém nem um vestígio de cafeína, o seu sabor suave não agride um paladar cansado, e o simples ritual — a água a aquecer, o aroma a subir, as mãos à volta da taça — basta para marcar a fronteira entre o dia e o descanso.
Talvez seja esse o verdadeiro segredo da camomila: não é uma poção, é apenas um encontro. E os encontros que se prolongam há três mil anos merecem que lhes dediquemos alguma atenção.
Flores inteiras, não pó
Abra um saquinho industrial: encontrará lá um pó marrom. Abra o nosso: flores reconhecíveis, secas com cuidado, que mantiveram a sua cor e o seu aroma. A diferença nota-se antes mesmo de preparar a infusão.
Uma origem transparente
Tal como acontece com todos os nossos produtos, selecionamos flores de origem identificada, provenientes de fornecedores que não têm nada a esconder. O rótulo diz tudo; é o mínimo que se pode esperar.
A venda a granel, simplesmente mais inteligente
Pode dosear conforme o seu gosto, mais suave ou mais forte, uma chávena ou um bule inteiro. E, em termos de preço por chávena, o chá a granel fica muito mais barato do que as caixas de saquinhos do supermercado.
Como preparar um chá de camomila perfeito?
A uma colher de sopa de flores por chávena, água a borbulhar em vez de a ferver — as flores são frágeis —, e, acima de tudo: Cubra durante a infusão. É aquele gesto que toda a gente esquece e que faz toda a diferença, pois retém os aromas voláteis na chávena, em vez de os deixar escapar pela cozinha. Calcule 5 minutos para um chá de camomila suave, até 10 para uma chávena encorpada.
Depois, cada um com o seu gosto: natural para os puristas, com uma colher de mel para os mais gulosos, uma raspa de limão para dar frescura. À noite, substitui sem esforço os refrigerantes e as bebidas açucaradas — uma daquelas pequenas substituições inteligentes de que falamos nos nossos conselhos para perder peso sem fazer desporto.
A camomila fora da chávena
Na cozinha, o seu aroma floral faz maravilhas onde menos se espera. O xarope de camomila — flores, açúcar, água, dez minutos a ferver em lume brando — transforma um chá gelado, cobre uma panna cotta ou confere um toque original a um cocktail. Já os cremes com infusão de camomila merecem ser experimentados num flan ou numa crème brûlée.
Na casa de banho, um punhado de flores embrulhado numa gaze debaixo da torneira perfuma a água de um banho de fim de semana. Não há nada de milagroso nisso — é apenas água com um cheiro agradável a flores secas e um momento que reservamos para nós próprios.

